Monday, May 26, 2008
Sunday, May 25, 2008
Friday, May 23, 2008
Somewhere over the rainbow
Way up high
And the dreams that you dream of
Once in a Lullaby I...
Somewhere over the rainbow
Bluebirds fly
And the dreams that you dream of
Dreams realy do come true...
Ohhh
Some day I wish upon a star
And wake up where the clouds are far
Behind...Me
And where troubles melt like lemon drops
High above the Chimney tops
Thats where..
You'll find me
Somewhere over the rainbow
Bluebirds fly
Tuesday, May 06, 2008
Brosandi Smiling
Hendumst í hringi Spinning round and round
Höldumst í hendur Holding hands
Allur heimurinn óskýr The whole world a blur
nema þú stendur But you are standing
Rennblautur Soaked
Allur rennvotur Completely drenched
Engin gúmmístígvél No rubber boots
Hlaupandi í okkur Running in us
Vill springa út úr skel Want to erupt from a shell
Vindurinn Wind in
og útilykt af hárinu þínu An outdoor smell of your hair
Ég lamdi eins fast og ég get I hit as fast as I could
með nefinu mínu with my nose
Hoppípolla Jump into puddles
(Í engum stígvélum) (comepletely drenched)
(Allur rennvotur) (With no boots)
Rennblautur Soaked
(Í engum stígvélum) (completely drenched)
Og ég fæ blóðnasir And I get a nosebleed
En ég stend alltaf upp but I always get up
Við sjáumst tvö We see eachother
Í sjálfum mér In myself
Og ég fæ blóðnasir And I get a nosebleed
En ég stend alltaf upp but I always get up
Við sjáumst tvö We see eachother
Hoppípolla jump into puddles
Hoppipola - Jump into puddles
Monday, April 28, 2008
Monday, March 17, 2008
“Desprende-te de mim…”
Desprende-te de mim, deixa-me respirar, hoje não. Quero estar sozinha e sentir o doce sabor da melancolia. Quero soltar-me e beijar o vento, dá-me uma noite sem ti.
Fartei-me desta rotina que sufoca. Estamos juntos mas já não partimos numa viagem e já nada estremece quando nos tocamos. Prendes-me. Sinto-me enclausurada numa vida que não é a minha, que eu não escolhi. Estou a desperdiçar-me. Todas as promessas que fizemos um ao outro, caíram no esquecimento e neste momento apenas a vontade de estarmos juntos já não é suficiente.
Dói-me a alma pensar que chegámos ao fim mas acabaram-se as palavras.
E por fim sou livre. Finalmente soltei-me mas agora a tua ausência dói.
Dou por mim mergulhada no frio de quatro paredes, a questionar constantemente, porquê. Porque raio te deixei ir, porque é que me dói se as certezas eram tantas, porque é que quando fecho os olhos é a ti que vejo. Sai de dentro de mim! Entre trastes de guitarra, encontro a tua mão e apercebo-me, tarde de mais, que tudo o que quero fazer é contigo a meu lado. Tu que me amas, que me choras, que me desiludes e, contudo, me fazes tanta falta, agora que te perdi.
Vagueio nas sombras da minha alma e revivo episódios de uma vida a dois, onde os únicos protagonistas éramos nós, onde o “nunca me deixes” foi tantas vezes dito que o gravámos no tempo, onde todos os dias partíamos numa viagem. E eu que só tirava os olhos de ti quando te beijava.
Sinto falta do nosso céu de baunilha, onde me encantavas com as tuas histórias mirabolantes. Do teu sorriso, das tuas lágrimas “escondidas”. Dos teus infinitos olhos onde tantas vezes me perdi.
Não te encontro, por mais que procure. Morremos quando te disse adeus. Crio um mundo paralelo, só nosso, onde tudo é possível, nada acaba, nada é efémero e as lágrimas não caem porque não há mais nada para chorar. Vivo num mundo onde todas as ruas vão dar a ti.
Dói voltar a uma realidade onde a única coisa que me espera é uma imensidão de nada.
Tu voaste, eu fiquei...


